segunda-feira, dezembro 16

um texto do tumblr

Quem é você pra falar de miséria? Uma casa confortável, comida na mesa e roupa lavada o esperam todos os dias. Quem é você pra falar de saudade? Quem mais o ama sempre estará do seu lado: os seus pais. Quem é você pra falar de preconceito? O garoto negro e sujo que passa do seu lado recebe o seu pior olhar de desprezo. Você fala de almas floridas como se, por um acaso, tivesse uma. Você grita que o mundo precisa de pessoas melhores, mas não passa de alguém igual a todos os outros. Você critica atitudes que, na verdade, você mesmo coloca em prática. Quem é você pra falar em solidariedade, quando não ajuda um cego a atravessar a avenida sem pedir nada em troca? Ou quando não cede o acento do ônibus pra uma senhora idosa? E, ainda por cima, quando não abre mão de um par de sapatos velhos pra doar à quem mais precisa? Quem é você pra encher a boca e falar de compaixão, quando não tem lágrimas nos olhos ao ver o jornal noticiar inúmeras tragédias que acontecem todos os dias? Ou quando não se sensibiliza ao ver o desespero de uma mãe que acaba de perder o filho? Não adianta dizer que quer um mundo melhor: é preciso, acima de tudo, fazer a sua parte pra que ele exista. Quem é você pra falar de política, quando apoia os candidatos corruptos que se dizem ficha-limpa? O Brasil não vai pra frente por gente como a gente. Quem é você pra falar de baixa escolaridade, quando estudou desde que nasceu em escola privada? Quem, por um acaso, é você pra abrir a boca pra falar de injustiça, quando a sua classe social pertence a minoria que tem uma boa estabilidade econômica? Não adianta se dizer amigo e ter alma de colega. Uma palavra estupida não vale mais do que uma atitude correta. Muitos de nós estufam o peito pra se dizer contra o desmatamento, a homofobia e o estupro, mas poucos realmente fazem algo pra ajudar a combater essas coisas. Inúmeras pessoas reclamam do calor excessivo nos dias atuais, mas poucas tem consciência em preservar o planeta pra diminuir as causas do problema. E de ciúmes, quem é você pra falar? Nada que foi seu, é seu ou será seu já foi ameaçado de ser tirado de sua posse. Porque ciúmes é aquilo que a gente sente quando tem medo de perder o que, de um jeito ou de outro, é nosso. Quem é você pra falar de medo? Nenhum monstro bizarro ou sentimento grandioso te rouba noites de sono. Quem é você, afinal, pra sair por aí falando de tristeza? Nenhum buraco tão grande a ponto de desestruturar toda a sua base psicológica lhe tomou o peito. Nenhuma lágrima nunca foi tão pesada ao cair sobre a sua face. Nenhum rio nunca foi tão pequeno ao te fazer chorar incessavelmente no chão do banheiro. Quem fala muito, pouco, de fato, realmente faz. Quem é você que acena e sorri pra qualquer pessoa que cruza o outro lado da calçada, mas ainda se sente no direito de falar em timidez? Quem é você que esbanja felicidade e quer reclamar de solidão? Solidão é quando a melhor companhia pro resto de nossas vidas somos nós mesmos. Solidão é aquilo que te deixa inerte na cama um sábado inteiro. Quem é você pra falar em revolta? Isso é o que acontece quando estamos casados da mesmice, do comodismo, do vazio sem fim. E sobre o fim, quem é você pra dizer alguma coisa? Nenhum final teve um efeito tão impactante sobre algo que você zelava muito. Céus, quem é você pra falar em baixa auto-estima, quando o resto do mundo faz questão de alimentar o seu ego? Quem é você pra falar de angústia, se nenhum amor aflito nunca lhe virou do avesso? Afinal, quem é você pra falar de amor?
— Capitule. (via delator)

quarta-feira, janeiro 16

A vida - Teve um Criador?

Esse é o título de uma pequena apostila que minha madrinha me deu, e que pode conter muitas respostas para muitas dúvidas minhas. Mas o caso é que esse mesmo título, vem sendo a dúvida de muitas pessoas. É claro que essa duvida ainda vai pairar sobre o planeta por muitos e muitos anos. Embora na minha opinião, felizes são aqueles que acreditam no senhor.
É claro que não são todas as pessoas que se perguntam de onde nós viemos e quem nós somos. Entretanto é importante que estas, esclareçam suas dúvidas. Para algumas, a ciência é a resposta. Para outras, a religião. E ninguém é velho o bastante para saber a verdade incontestável de como surgiu a vida na terra. O que nos leva a pergunta: O que é de fato verdadeiro? 
 A minha apostila revela que após um cuidadoso estudo nessa questão, concluiu-se que a Bíblia e a Ciência não se contradizem totalmente. E ela termina afirmando: "Com bons motivos, milhões de pessoas ao redor do mundo creem que nada dá mais sentido à vida do que aprender sobre Deus e obedecê-lo. (João 17:3). Tal crença não é doce ilusão. As evidências são claras - a vida teve um Criador."
 O que me leva a citar um trecho de um dos meus livros favoritos: O Dia do Curinga, Jostein Gaarder.
"...Mais tarde eu viria a duvidar de tudo o que li no livro que encontrei dentro do pão doce. Ao mesmo tempo, porém, desde o dia em que li tudo aquilo, passei a ver o mundo - e todas as pessoas que vivem nele - como um grande número de mágica.
E se o mundo é um número de mágica, então deve existir um mágico. Espero que um dia eu consiga desvendar esse truque. Mas não é fácil desvendar um truque de mágica, se o mágico que o realiza nem sequer se mostra no palco."
Deus nos deu os dois maiores presentes de todos: Um planeta maravilhoso, que mesmo habitando nele vidas inteiras, continua sendo por completo um mistério vivo para nós. Tanto o seu passado, quanto o seu presente, como o seu futuro; E o nosso poder de escolha. Agora cabe a nós decidirmos, existe ou não um Deus?
Para mim não resta a menor dúvida. 
 A. S. Lima